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Em quase 2 anos de reforma trabalhista, 15% das vagas criadas no país são para intermitentes

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No entanto, previsão do governo de criar 2 milhões de postos em 3 anos está longe de ser alcançada.   Desde a entrada em vigor da nova lei trabalhista, em novembro de 2017, até julho deste ano, foram criadas 101,6 mil vagas na modalidade de trabalho intermitente, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O número de postos gerados representa 15,4% do total de vagas criadas no período no país (660.390) – ou seja, quase uma em cada seis vagas criadas foi para a modalidade de contrato intermitente. Ainda assim, até agora as contratações na modalidade estão bem abaixo da expectativa divulgada pelo governo na época da criação da modalidade, de criar 2 milhões de empregos em 3 anos, ou 55 mil vagas por mês. Enquanto isso, o país tem 12,6 milhões de pessoas desempregadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vagas criadas Postos abertos de nov/17 a jul/19 Trabalho intermitente : 101.599Vagas totais: 660.390 Vagas totais vagas 660.390 Fonte: Caged Desde a criação do trabalho intermitente, o saldo de vagas da modalidade foi positivo em todos os meses até agora – diferente do total de vagas formais, que chegou a registrar quedas bruscas em alguns momentos. O contrato de trabalho intermitente é uma prestação de serviços em períodos alternados, e o trabalhador é remunerado de maneira proporcional, somente pelo período trabalhado. Além disso, a prestação de serviços esporádica deve ser registrada em carteira e há direitos trabalhistas previstos como férias e 13º proporcionais e depósito do FGTS (veja mais informações sobre direitos trabalhistas ao final da reportagem). Cenário das vagas desde a lei trabalhista — Foto: Economia G1 As empresas, no entanto, apesar de colocarem vários anúncios de vagas intermitentes em sites de emprego, preferem não falar sobre o assunto. A cautela vem do fato de a forma de contratação ainda gerar dúvidas e estar sendo contestada na Justiça. No Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, há cinco ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) contestando a modalidade. Uma delas é da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), que representa 5 milhões de pessoas. Na ação, a entidade alega que não há garantia de que o intermitente receberá o salário mínimo nem o equivalente ao recebido pelo funcionário da empresa. Por isso, a contratação seria uma forma de empregar mão de obra por um custo menor para realizar o mesmo trabalho dos demais. A CNTI elenca ainda a necessidade de o trabalhador pagar a diferença ao INSS em caso de receber menos de um salário mínimo – o equivalente a 8% entre o salário recebido e o salário mínimo. “Caso o trabalhador não complemente a contribuição, o mês trabalhado não entra no cálculo para aposentadoria e ele também não terá direito a benefícios previdenciários”, afirma na ação. Por outro lado, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu razão ao Magazine Luíza após o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais considerar nulo o contrato intermitente de um assistente de loja da empresa. O entendimento do TRT de MG foi de que a contratação não deveria servir para atividades rotineiras e contínuas dentro de uma empresa, mas somente em caráter excepcional para não promover a precarização dos direitos do trabalhador. Mas, para o TST, o trabalho intermitente assegura direitos básicos a trabalhadores que se encontram na informalidade, vivendo de “bicos”, sem carteira assinada e sem garantia de direitos trabalhistas fundamentais, além de combater o desemprego, por causa da flexibilização da forma de trabalho e de remuneração. “Não gera precarização, mas segurança jurídica a trabalhadores e empregadores, com regras claras, que estimulam a criação de novos postos de trabalho”, disse o tribunal na decisão. A Magazine Luiza tem atualmente 4,2 mil pessoas contratadas no regime intermitente. “Elas são vitais para garantir que o nível de atendimento do Magazine Luiza permaneça alto, mesmo em eventos como Natal, Black Friday, dia dos pais ou promoções criadas pela empresa, quando o número de clientes nas lojas aumenta muito”, informa a empresa. Magazine Luiza — Foto: Divulgação Segundo a varejista, a modalidade de contratação também é utilizada como banco de talentos. Cerca de 1,8 mil funcionários que entraram na empresa como intermitentes foram efetivados e contratados para cumprir a jornada clássica de 44 horas semanais. Os setores de comércio e serviços respondem por 72% das vagas intermitentes abertas em 21 meses da lei trabalhista. O setor de serviços concentra a maior parte das vagas: 47% do total (47.661), seguida pelo comércio, com 25% (25.386) – veja no gráfico abaixo: Criação de vagas de trabalho intermitente De novembro de 2017 a julho de 2019 Serviços: 47.661Comércio: 25.386Construção Civil: 14.648Indústria da transformação: 12.182Agricultura: 1.392Serviços Industriais de Utilidade Pública: 259Extrativa mineral: 74 Construção Civil Postos de trabalho 14.648 Fonte: Caged No entanto, empresas varejistas e de serviços como Renner, Grupo Big (Walmart), Caedu e Park Índigo, apesar de anunciarem vagas intermitentes em sites de emprego, preferem não falar sobre o assunto. Anúncios de vagas para intermitentes da Park Índigo, Grupo Big e Caedu, no site de empregos Infojobs — Foto: Reprodução Anúncio de vaga para intermitentes da Loja Renner, pelo sistema de seleção Gupy — Foto: Reprodução Insegurança jurídica e fraqueza econômica pesam O economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, considera que para haver maior adesão a essa modalidade de contrato é preciso criar segurança jurídica para as contratações e melhorar o cenário econômico. “Não é questão de criar contratos novos. Essa reforma afeta as relações de trabalho, a justiça trabalhista, tenta diminuir a influência da Justiça no papel do mercado, muda as relações dos sindicatos. Não dá para medir o impacto só pelos contratos, mas também por esses outros aspectos”, diz. Segundo ele, é preciso criar uma jurisprudência que seja definitiva para que as empresas façam a adesão a essa contratação. “Tem que reduzir a insegurança jurídica.” Para Xavier, a disputa por uma jurisprudência foi mostrada no caso da Magazine Luiza, e a lei deixou brechas para que esse assunto fosse levado aos tribunais. “O tribunal regional alegou que nem todas as atividades são passíveis de contrato intermitente, e na lei não é regulamentado quais atividades podem ter trabalho intermitente”, comenta. Segundo ele, não há consenso entre tribunais e há desembargadores e advogados falando que a lei tem brechas. “Falta definir esses pontos abertos. Isso afeta a demanda das empresas”, explica. Para Xavier, a reforma trabalhista não é suficiente para gerar empregos, ela depende do contexto da atividade econômica. “Se a atividade econômica fosse mais robusta, esse impacto seria diferente. Não dá para avaliar o impacto isolando a fraqueza da nossa retomada atual”. O economista considera importante que as mudanças trabalhistas voltem a ser discutidas, pois a aprovação da lei foi muito rápida. “Uma série de pontos que ficaram em aberto precisam ser rediscutidos, você vê que o mundo também está discutindo isso. Na Califórnia, por exemplo, há a discussão se os motoristas de aplicativo devem ser formalizados. O mundo está enfrentando isso. É uma discussão permanente que temos que fazer”. R$ 98 por dia de trabalho Roald Amundsen Osório dos Santos, de 62 anos, trabalha há quatro meses como intermitente — Foto: Arquivo pessoal Roald Amundsen Osório dos Santos, de 62 anos, trabalha há quatro meses como operador de caixa intermitente em um supermercado. Foi dessa forma que ele conseguiu se recolocar no mercado de trabalho após ficar por 3 anos desempregado. Santos conta que passou por todo processo de seleção de pessoal como ocorre com quem é contratado de forma efetiva. O operador de caixa foi registrado em carteira para trabalhar aos domingos e feriados em jornada diária de 7 horas. Por cada dia de trabalho recebe R$ 98 mais o vale-transporte. Para ele, a modalidade ajuda bastante quem está sem trabalho e renda. “Os empresários podem escolher o dia que os intermitentes devem trabalhar, desde que não ultrapassem a carga horária estabelecida. Há quem afirme ser precarização do trabalho. Precarização é você ficar desempregado e sem nenhuma renda”, diz. Segundo Santos, os descontos do INSS estão sendo feitos normalmente pela empresa, em escala e valores diferenciados por não se tratar de jornada integral de trabalho. Da mesma forma, o FGTS é depositado de forma proporcional. “Gosto de trabalhar como intermitente. Pela minha idade é mais difícil conseguir trabalho efetivo, mas, se eu conseguisse um trabalho fixo seria bem-vindo”, afirma. A função de operador de caixa está entre as 10 ocupações que mais abriram vagas intermitentes em julho, segundo o Caged. Veja o ranking abaixo: Alimentador de linha de produção: 353 vagas Servente de obras: 327 vagas Faxineiro: 302 vagas Barman: 295 vagas Vendedor de comercio varejista: 272 vagas Operador de caixa: 242 vagas Garçom: 189 vagas Vigilante: 172 vagas Bombeiro civil: 109 vagas Motorista de carro de passeio: 107 vagas Direitos trabalhistas Alternância de trabalho e valor pago De acordo com a advogada Marcella Mello Mazza, do Baraldi Mélega Advogados, o trabalho intermitente não é contínuo, ou seja, há alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade. Por isso, estão corretos anúncios de vagas que trazem ‘’ganho por hora’’ observando o valor da hora; ‘’período parcial’’, já que a modalidade não define carga mínima de horários; ‘’tipo de contrato CLT ou outros’’, com a modalidade de contratação especificada na carteira de trabalho; e ‘’salários a combinar’’, observando o valor mínimo da hora estabelecido pela lei. Quando o anúncio traz ganhos por hora e logo abaixo dá o valor fechado, Marcella explica que é importante se certificar de que se refere à quantidade de horas que serão trabalhadas levando em conta o valor estipulado pela hora. “A lei determina que o valor da hora de trabalho não pode ser inferior ao valor horário do salário mínimo ou dos demais empregados do estabelecimento com a mesma função”, ressalta. Pode haver também salário bruto mensal no anúncio, segundo Marcella, em caso de a prestação de serviço ser mensal. Caso o período seja de dias, horas ou semanas, é recomendado que isso esteja claro no anúncio da vaga ou no contrato celebrado com o empregado. Para Pedro Mahin, advogado trabalhista e sócio do Mauro Menezes & Advogados, a periodicidade do pagamento pode ser semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da regularidade das convocações para o trabalho. Ele ressalta que a CLT proíbe o pagamento de salário em módulo superior ao mensal, o que, evidentemente, se aplica ao contrato intermitente. O empregado recebe após cada período de prestação de serviços a remuneração acrescida de férias mais 1/3 e 13º salário proporcionais. Além disso, a empresa deve fazer o recolhimento da contribuição previdenciária e do FGTS. Jornada integral é permitida O trabalhador em contrato intermitente pode fazer a jornada integral de 8 horas, segundo os especialistas. “É aplicado o limite diário de 8 horas para a jornada de trabalho, sendo que o tempo que exceder esse teto deverá ser remunerado com o adicional de horas extras. O trabalho em período noturno, ainda que parcial, deverá ser remunerado com o acréscimo do adicional noturno”, diz Pedro Mahin. O advogado trabalhista afirma que a carga horária de trabalho deve ser informada pelo empregador no momento da convocação, que deve ocorrer com pelo menos três dias de antecedência. Intermitente não é temporário A empresa mantém uma relação com o empregado intermitente que permite acioná-lo quando precisar dele. Essa convocação deve ser feita quando houver fluxo maior de trabalho na empresa e for necessário acréscimo de mão de obra. O profissional, então, presta serviços à empresa pelo tempo combinado, seja por horas, dias, semanas ou meses, diz a advogada Marcella. A empresa pode contratar para trabalhar apenas aos finais de semana ou na última semana do Natal, por exemplo. Para Marcella, a alternância de períodos, com contrato celebrado por escrito contendo o valor da hora de trabalho e o pagamento ocorrendo ao final de cada prestação de serviço, não configura vínculo empregatício. Pedro Mahin ressalta que a diferença do contrato temporário para o intermitente é que no primeiro caso o trabalho tem periodicidade regular, sem períodos de alternância. Os contratos temporários devem ser de até 6 meses, prorrogáveis por mais 3, sendo cumpridos de forma contínua pelos trabalhadores. Já no trabalho intermitente, o funcionário pode trabalhar alguns dias e voltar a prestar serviços após um intervalo – nessa modalidade de contratação, o período de inatividade não é considerado tempo à disposição do empregador. Por Marta Cavallini, G1

CONVENÇÃO 2017/2018

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Na última segunda-feira, dia 05/06/2017, foi realizada a primeira mesa de negociação da CCT 2017/2018. A reunião aconteceu na sede do SESCON-PI e contou com a presença dos presidentes e dos diretores de ambos os sindicatos. Apesar de ter tido alguns avanços em relação às reinvindicações, não foi possível finalizarmos a referida convenção, ficando marcada uma segunda mesa para o dia 19/06/207, as 16hs na sede do SINDECONPI onde daremos continuidade às negociações. SINDECONPI JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

SAQUE DO FGTS DAS CONTAS INATIVAS

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Contas inativas do FGTS Tudo o que você precisa saber page 1 of 4 jQuery(document).ready(function($) { if(typeof(gg_temp_data) == "undefined") { gg_temp_data = {}; }gg_temp_data["5daacd76a955d"] = "eNrF1c0OgyAMB/B36RNYVNS/D2OcM5PMj0XwZHz3jcUt26XXXkiBJvxCCm3BKXaHpG5RYPevgdx0a/zaUe2RgdgYG8McFIZtusSYQe9tC2q3MCxrnCSgT54LY/+/dO1995tVgkY335vlEc5z5mXuzzDufHMPBxZwnCrjjITLlXGphMuUcZlUc9o3l0s47ZqzEs4o4woJx8q4UsIlyrhKeq2V9icstQgutXVijyi0dWKT0G2vxxPmD05C";}); O que é uma conta inativa? Uma conta inativa é aquela onde você recebeu o FGTS de um contrato de trabalho que foi finalizado. E, em breve, milhões de trabalhadores poderão sacar o saldo de suas contas inativas em que o contrato encerrou até 31/12/2015. Consulte se você tem direito ao benefício e prepare-se para aproveitar. Tudo o que você precisa saber Quem pode sacar? Trabalhadores que tenham uma conta inativa encerrada até 31/12/2015.   Quando você pode sacar O calendário de saques será divulgado em fevereiro de 2017. Aguarde.​   Onde sacar O saque do FGTS de contas inativas poderá ser feito em Lotéricas, autoatendimentos, Caixa Aqui ou em agências Caixa.​   Como saber se a conta é inativa Basta consultar seu extrato e verificar se a data de afastamento é anterior a 31/12/2015. Onde consultar seu FGTS Canais para consulta de saldo Aplicativo FGTS Acompanhe sua conta FGTS em qualquer lugar e a qualquer hora Baixe aqui Site Caixa Você pode consultar o seu extrato por aqui, no site Caixa. Basta informar seu NIS e sua senha internet. Veja agora Internet Banking Se você é cliente Caixa, acesse a opção ‘Serviço ao Cidadão’ e veja o seu extrato FGTS Saiba mais Telefone Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados, das 10h às 16h – 0800 726 0207 Saiba mais Agência Caixa Tem sempre uma agência perto de você. Saiba como FONTE:http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/contas-inativas/Paginas/default.aspx

Carta e Código Sindical SINDECONPI

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O Ministério do Trabalho e Emprego reconhece de fato e por direito nossa autenticidade de Sindicato. Mesmo sem a carta ou o código sindical , nós do SINDECONPI, sempre estivemos presente em lutas e desafios que exigiam a nossa  representatividade em favor de nossas categorias. Estamos para fechar nossa primeira convenção, já como Sindicatos legalizado pelo MTE, embora não seja a primeira convenção que fechamos, pois a Convenção 2015/2016 fomos nós que estivemos a frente das negociações sendo  que a mesma apenas foi assinada pelo SINDCOM. Agora mais fortes, pois temos nosso reconhecimento formal, estaremos defendendo mais ainda os anseios de nossas categorias.

27/06/2019 – 20h05 Perde a validade nesta sexta-feira MP que extingue contribuição sindical na folha

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Perde a validade nesta sexta-feira (28), a Medida Provisória 873/19, que proibia o desconto da contribuição facultativa ao sindicato na folha salarial com autorização do trabalhador. Segundo a MP, a contribuição sindical seria paga por meio de boleto bancário, após autorização expressa, individual e por escrito do trabalhador. Para que o assunto seja tratado novamente pelo Congresso, somente por meio de projeto de lei. A MP altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-lei 5.452/43) e o Estatuto do Servidor Público (Lei 8.112/90). Pelo texto, o pagamento poderia ser feito somente por meio de boleto bancário ou o equivalente eletrônico, enviado obrigatoriamente à residência do empregado ou, na impossibilidade de recebimento, para a sede da empresa. Caso o trabalhador não tenha autorizado o desconto, o envio do boleto seria proibido. O texto também tornava nula a obrigação de recolhimento da contribuição sem a autorização do trabalhador, mesmo que referendada por negociação coletiva ou assembleia geral, além de especificar que qualquer outra taxa instituída pelo sindicato, ainda que prevista no estatuto da entidade ou em negociação coletiva, somente poderia ser exigida de quem fosse efetivamente filiado. Em dezembro de 2017, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) homologou uma convenção coletiva contendo uma cláusula prevendo o desconto da contribuição sindical, desde que houvesse autorização em assembleia. De compulsória a facultativa Também chamada de imposto sindical, a contribuição foi criada em 1940 por um decreto-lei e incorporada em 1943 à CLT, que manteve a cobrança obrigatória. A compulsoriedade fez do imposto sindical o principal mecanismo de financiamento dos sindicatos brasileiros. Em 2017, a reforma trabalhista (Lei 13.467/17) transformou a cobrança em facultativa. O trabalhador precisou manifestar a vontade em contribuir para o seu sindicato, mas a cobrança continuou a ser na folha salarial. Saiba mais sobre a tramitação de MPs ÍNTEGRA DA PROPOSTA: MPV-873/2019

Salário mínimo não tem aumento acima da inflação pela 1ª vez desde 2003

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Começou a valer o novo salário mínimo nacional. De R$ 880, o valor passou para R$ 937: reajuste de 6,47%, porém sem ganho real ante o INPC. salário mínimo não subiu acima da inflação pela primeira vez desde 2003, no início da série medida pelo Dieese. Começou a valer no dia 1º o novo salário mínimo nacional. De R$ 880, o valor passou para R$ 937: um reajuste de 6,48%. No entanto, o reajuste teve a mesma variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O maior aumento real foi em 2006, de 13,04%. O menor foi em 2016, de 0,36%. Segundo o Dieese, com o novo valor de R$ 937 e considerando uma taxa mensal da inflação medida pelo INPC para dezembro em 0,05%, o salário mínimo terá acumulado ganho real de 77,17% desde 2003. (Foto: Arte/G1) Impactos na economia O Dieese estima que 47,9 milhões de pessoas têm rendimento referenciado no salário mínimo. A elevação do mínimo corresponde a R$ 35 bilhões de incremento de renda na economia e R$ 18,865 bilhões de aumento na arrecadação tributária sobre o consumo. Previdência O peso relativo dos benefícios de até 1 salário mínimo é de 48,3% e corresponde a 68,6% do total de beneficiários, segundo o Dieese. O acréscimo de cada R$ 1 no salário mínimo tem impacto estimado de R$ 300,7 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. Assim, o impacto do aumento para R$ 937 (variação de R$ 57 em relação ao salário mínimo anterior) significará custo adicional ao ano de cerca de R$ 17,142 bilhões para os 23,13 milhões de beneficiários. Empregados Entre os 12,2 milhões de empregados, o impacto anual decorrente do aumento é de R$ 9,049 bilhões. O impacto entre os 8,6 milhões de trabalhadores por conta própria é de R$ 5,872 bilhões. Já entre os 3,8 milhões de trabalhadores domésticos é de R$ 2,809 bilhões. Cesta básica Com o valor do salário mínimo em R$ 937 e a cesta básica de janeiro estimada em R$ 435 na cidade de São Paulo, o salário mínimo teria poder de compra equivalente a 2,15 cestas básicas, segundo o Dieese. Levando em conta a série histórica que relaciona as médias do salário mínimo e da cesta básica anuais, o levantamento mostra que a quantidade de 2,15 cestas básicas corresponde ao maior valor verificado desde 1979. Regiões Entre os ocupados, o salário mínimo teve maior força nas regiões Norte e Nordeste em 2015. No Norte, 40,9% recebiam até 1 salário mínimo e 36,5% mais de 1 até 2 salários. No Nordeste a proporção era de 54% e 30%, respectivamente. No Sudeste 18,1% recebiam até 1 salário mínimo e 45% mais de 1 até 2 salários. No Sul a proporção era de 16% e 44,1%, respectivamente. No Centro-Oeste era 20% e 41,4%. No Brasil, a média era de 28,3% e 40,3%, respectivamente. Fonte: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/salario-minimo-nao-tem-aumento-acima-da-inflacao-pela-1-vez-em-13-anos.ghtml

Secretária Geral – Uma palavra a todos…

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SECRETARIA GERAL É com grande satisfação que venho me pronunciar em relação ao SINDECONPI, uma idéia que surgiu da insatisfação de não ter um sindicato específico representativo da nossa classe e da visão de que muito se tinha a fazer em benefício dos nossos colaboradores e colegas de profissão. Como já se é sabido, uma andorinha só não faz verão, a idéia que surgiu de uma conversa informal entre duas ou três pessoas, foi criando forma e sendo abraçada por mais colegas até se tornar algo concreto, e hoje, com a colaboração, o esforço e a dedicação de várias pessoas, se tornou o SINDECONPI,  orgulho de um pequeno grupo em ver um sonho realizado! Muito já foi feito, mas sabemos que ainda há muito o que se fazer, estamos apenas engatinhando e no início de um longo caminho a ser percorrido, com muitos obstáculos é claro, mas também com a certeza de grandes conquistas. O SINDECONPI nasceu da reunião de um grupo de colegas de profissão, mas hoje ele deixou de ser fruto do sonho desse grupo e passou a ser o firmamento de um ideal onde todos os empregados nos escritórios e empresas de serviços contábeis, assessoramento, perícias, informação e pesquisa do Estado do Piauí fazem parte. Já contamos com a participação de vários associados que também abraçaram essa causa e com certeza esse número irá multiplicar-se ainda mais, visto que como já foi dito, estamos apenas no início. Por isso, pedimos, esperamos e contamos com a sua participação nesse trabalho através de sugestões, críticas, repasse de informações e em tudo mais o que for de ajuda para nosso crescimento, afinal o SINDECONPI foi criado e para todos, para que juntos tenhamos mais qualidade de vida e mais satisfação em nosso ambiente de trabalho. Por tudo isso, quero agradecer a você que direta ou indiretamente contribuiu ou contribui para o crescimento do SINDECONPI e convido a você que ainda está na platéia apenas assistindo,  a  também vir fazer parte desse trabalho, pois quanto mais andorinhas, mais bonito e prazeroso se torna o  verão e  todas as estações do ano para todos nós.   Um abraço a todos,   Roberlândia Oliveira Secretária Geral  

FIQUE SÓCIO

FIQUE SÓCIO

O associado do SINDECONPI poderá utilizar todos os convênios e benefícios que lhes são oferecidos, bastando preencher e imprimir a respectiva proposta de adesão, a qual deverá ser entregue ao Sindicato, acompanhada ...

SEUS DIREITOS

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Clique aqui e saiba mais sobre os direitos dos trabalhadores. IRRF – como calcular INSS – SEGURO DESEMPREGO FÉRIAS PROPORCIONAIS – tabela de proporcionalidade e faltas
RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO ...

CONVÊNIOS

CONVÊNIOS

Abaixo vamos relacionar alguns dos Convênios que oferecemos, esperamos contar com seu apoio e sua visita para fazer a nossa entidade ser conhecida pelos trabalhadores e sermos parceiros de luta e caminhada.

Discurso

 

SINDECONPI na luta

 

Sede - Teresina: Rua Tiradentes, 1321 - Centro Norte - Telefone: (86) 3221-8255.

Subsede Picos: Av. Getulio Vargas 599 - Galeria Tininha de Sá, sala 305ª

Horário de Atendimento (Sede e Subsede) das 8:00hs as 12:00hs e das 14:00hs as 17:30hs

Código Sindical: 914.565.000.26707-0