Recurso no INSS será automático a partir de 10 de julho e deve levar 30 dias

INSS-2018-atendimento-2018

manu manu 8

A automatização será aplicada aos casos que não dependem da análise do processo físico ou de interpretações sobre as normas e a legislação previdenciária. O INSS iniciará, em 10 de julho, análises automáticas de recursos a serem enviados para julgamento nas Juntas de Recursos da Previdência, segundo o diretor de benefícios, Alessandro Ribeiro. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (20) pelo órgão ao MPF-SP (Ministério Público Federal em São Paulo), que, em maio, havia recomendado às agências paulistas da Previdência o cumprimento do prazo de 30 dias para o envio dos pedidos aos órgãos julgadores. Na ocasião, o encaminhamento dos processos levava 204 dias, em média, o equivalente a quase sete meses. Com a mudança, que será nacional, Ribeiro estima que até 40% das reaquisições serão verificadas por computador e diretamente remetidas às juntas. Hoje, todos os processos precisam passar pela pré-análise de funcionários, para só então seguirem para julgamento. A automatização será aplicada aos casos que não dependem da análise do processo físico ou de interpretações sobre as normas e a legislação previdenciária, conforme explica Ribeiro. “O recurso deveria ser para discussões subjetivas sobre a análise realizada pelo funcionário do INSS que, por exemplo, considerou que não caberia a aceitação de um vínculo de emprego ou de um tempo especial”, diz Ribeiro. “Mas isso acabou se desvirtuando para discussões práticas, como aquelas provocadas por segurados que simplesmente pedem a revisão de um cálculo da renda inicial que está correto.” A automatização dos recursos considerados mais simples também poderá resultar em concessões ou revisões automáticas, quando o computador identificar o erro cometido pela autarquia. A triagem automática, porém, não excluirá o processo do julgamento nos casos em que o direito não for identificado pelo sistema. Os pedidos de recursos continuarão a ser apresentados pela internet, no site (meu.inss.gov.br), no aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. Mas a presença do segurado. Fonte: Folhapress

Golpe no WhatsApp sobre saque do PIS atinge mais de 116 mil pessoas em 24 horas

Whats-Pirata

manu manu 11

O Governo Federal liberou nesta semana o saque do Fundo PIS-Pasep. No entanto, a população brasileira precisa ficar atenta com golpes que estão se espalhando pelo WhatsApp e redes sociais. Pesquisadores da dfndr lab, laboratório da PSafe, identificaram um golpe no WhatsApp que já alcançou 116 mil pessoas nas últimas 24 horas. Os hackers estão enviando dois links para os usuários sobre o saque do benefício. Ao clicar em um dos links, o usuário acessa uma página na qual há um texto dizendo que a Caixa Econômica está liberando “PIS salarial pra quem trabalhou entre 2005 e 2018 no valor de R$ 1.223,20”. Logo abaixo, a vítima é incentivada a responder às seguintes perguntas: “Você trabalhou com carteira assinada entre 2005 e 2018?”; “Você está registrado atualmente?”; e “Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?”. Reprodução Independentemente das respostas, o usuário é direcionado para uma página na qual é incentivado a compartilhar com 30 amigos ou grupos do WhatsApp. O texto afirma que após o compartilhamento o usuário será redirecionado para finalizar o processo e realizar o saque. Os pesquisadores ainda afirmam que os cibercriminosos estão usando um sistema de notificações enviadas para uma base de usuários criada a partir de vários golpes anteriores. Baseado no número de acessos, o dfndr lab estima que essa base conte com, pelo menos, 100 mil vítimas que deram permissão para o envio de links diretos. Para não cair nesse tipo de ameaça, a recomendação é de que os internautas não abram links ou arquivos enviados suspeitos e sempre confiram as informações no site oficial da organização ou empresa citada na mensagem. Fonte: Olhardigital

STF pode julgar pedido de liberdade de Lula em 26 de junho

julgmento-lula

manu manu 12

Defesa do ex-presidente alega urgência na suspensão da condenação, porque Lula, o favorito dos brasileiros, é pré-candidato à Presidência e pode ter seus direitos políticos cerceados sem a condenação definitiva O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin liberou o julgamento do recurso protocolado pela defesa do ex-presidente Lula para suspender a injusta condenação, sem crimes nem provas, que o mantém como preso político na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde o dia 7 de abril. O caso deve ser julgado pela Segunda Turma da Corte no dia 26 de junho, de acordo com a proposta sugerida pelo ministro. Se a condenação for suspensa como pedido pelos advogados, Lula deixará a prisão. Na petição enviada ao Supremo, a defesa do ex-presidente alega que há urgência na suspensão da condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), porque Lula é pré-candidato à Presidência da República e tem seus direitos políticos cerceados ante a execução da condenação em segunda instância, que não é definitiva. “Além de ver sua liberdade tolhida indevidamente, corre sério risco de ter, da mesma forma, seus direitos políticos cerceados, o que, em vista do processo eleitoral em curso, mostra-se gravíssimo e irreversível”, argumentou a defesa. Além de Fachin, a Segunda Turma do STF é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewadowski, Dias Toffoli e Celso de Mello. Fonte:  Agência Brasil

Cresce denúncias de golpe na internet e delegado dá dicas de como evitar

golpe-internet

manu manu 19

O delegado Daniell Pires, da Delegacia de Repressão aos Crimes de informática, informou  que tem crescido os golpes envolvendo vendas na internet. Ele dá dicas para que o consumidor evite cair neste tipo de crime. Segundo o delegado, cerca de 30% das denúncias registradas envolvem estelionato (com vendas de lojas fantasmas, inexistentes) e furtos. Daniell Pires alerta que o consumidor precisa ficar atento a alguns mecanismos que dá indicativo de que a loja seja falsa. “Ao comprar na internet, o consumidor não olha apenas o preço que, às vezes, é bem atrativo. É preciso que olhem também que o site é seguro”. De acordo com o delegado, um dos indicativos que o site seja seguro é a presença do “HTTPS” no endereço eletrônico, “se não tiver o S no final nem navegue”, afirma Pires. “Verificar também se o site tem cadeado, queé um dispositivo de que é uma compra segura” (na mesma caixa do endereço eletrônico). Ele recomenda também que antes de fazer qualquer compra o consumidor obtenha um número de telefone para entrar em contato com a loja. É preciso ligar para a “empresa” e certificar se o serviço de fato existe. Outro detalhe é “nunca abrir e-mails com promoções”, pois muitos golpistas usam desse recurso para atrair o consumidor. Em Teresina, um caso de grande repercusão foi a da loja virtual Chez Gaby: duas empresárias piauienses, mãe e filha, são suspeitas de aplicar um golpe que pode ultrapassar os R$ 300 mil contra pelo menos 100 clientes. O delegado chama a atenção para que as pessoas denunciem no distrito da área. Além do crime de estelionato e furto, o crime de extorsão, invasão ao dispositivo eletrônico (hackers), crimes contra a honra, a injuria e a difamação também devem ser denunciados. Fake News Até o momento, a Delegacia de Crimes Virtuais não recebeu nenhuma denuncia de Fake News. O delegado ressalta que existe três projetos de Lei no Congresso Nacional envolvendo a criminalização de notícias falsas. Daniell acrescentou que nos EUA as fake News já são consideradas crimes. Na Alemanha também, o sites podem ser multados em 500 mil euros, que correspondem a R$ 2 milhões. Fonte: Cidadeverde

Negociações barram na garantia da assistência homologatória

índice4

manu manu 92

Em mais uma rodada de negociação que aconteceu na tarde desta segunda-feira (04), na sede do SINDECONPI, a diretoria junto com os representantes do SESCON, avaliaram e discutiram os pontos mais relevantes da minuta proposta. Após justificativas e argumentos, o SINDECONPI conseguiu avançar em alguns pontos. Nas pautas econômicas, foi apresentada a contraproposta patronal, do reajuste do ticket alimentação no valor de R$10,00 e a inclusão opcional do empregador ao fornecimento da alimentação, desobrigando a empresa a pagar o ticket. Outro ponto econômico que avançou foi o reajuste salarial. O SESCON apresentou a contraproposta de reajuste da inflação do período mais 0,5% de ganho real, além da renovação da convenção anterior. Apesar das negociações estarem fluindo, o SINDECONPI também tem a preocupação de garantir a assistência homologatória aos trabalhadores. E foi justamente neste ponto que as negociações pararam. “As mesas de negociação tem sido tranquilas, mas o SESCON não aceita convencionar a assistência homologatória, ou seja, o trabalhador pode ter perdas irreparáveis. Queremos garantir esse direito por ser de grande relevância e segurança aos trabalhadores”, informa Raimundo Alves, Presidente do SINDECONPI. O SINDECONPI irá avaliar as contrapropostas do setor patronal, assim como elaborar um texto que possa garantir a assistência homologatória para ser apresentado na próxima rodada de negociação marcada para dia 18 de junho.  

TST pode analisar na quinta-feira proposta que estabelece marco temporal para reforma trabalhista

carteira-desemprego2018-11

manu manu 14

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) pode analisar na quinta-feira uma proposta de instrução normativa para delimitar o marco temporal a ser utilizado para a aplicação das novas regras trazidas pela reforma trabalhista. Minuta de instrução obtida pela Reuters prevê, já em seu primeiro artigo, que a entrada em vigor da reforma é imediata mas não atinge situações iniciadas ou consolidadas enquanto a lei antiga estava vigente. A adoção da instrução normativa pelo tribunal poderá reduzir a insegurança jurídica trazida justamente sobre o que seria utilizado como referência temporal para a aplicação da reforma. “De uma forma geral, a instrução só deve tratar de regras de intertemporariedade. Isso cria uma certa segurança jurídica, porque dá um norte, uma orientação”, explicou o advogado Ronaldo Tolentino, do escritório Ferraz dos Passos. Preparada por uma comissão do próprio TST para discutir o tema, a proposta estabelece, entre outros pontos, que a nova redação dada pela reforma para dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que tratam de custas processuais em casos de dissídios individuais e coletivos será aplicada apenas nas decisões que ocorrerem a partir da entrada em vigor da reforma no ano passado. Outro ponto polêmico abordado pela instrução diz respeito aos chamados honorários advocatícios sucumbenciais, em que, segundo a reforma trabalhista, a parte que perde no processo deve pagar as custas da parte vencedora. Essa determinação, propõe a minuta a ser analisada pelo TST, só poderá ser aplicada a ações iniciadas após a entrada em vigor da reforma. “Tinha juiz aplicando essa regra nova para processos ajuizados antes da nova lei. O juiz observou a data da sentença, mas não observou a data de ingresso da ação”, disse Tolentino. Da mesma forma, as multas que podem ser determinadas pelo juíz, se identificar que a pessoa que propôs a ação agiu de má fé, ou até mesmo se identificar comportamento semelhante de uma testemunha, só valerão para ações ajuizadas após a reforma. Fonte: Extra

Em sentença, juiz de SP decide que fim da contribuição sindical é inconstitucional

imposto-sindical

manu manu 22

Decisão é favorável ao Sindicato dos Profissionais de Marketing, que entrou com ação após uma empresa se recusar a fazer o recolhimento do imposto O juiz Fabio Augusto Branda, da 70ª Vara do Trabalho de São Paulo, declarou inconstitucional o fim da contribuição sindical estabelecida na reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) do governo golpista. A decisão, proferida no dia 6 de junho, é favorável ao Sindicato dos Trabalhadores Profissionais de Marketing, Empregados e Autônomos de São Paulo, que alega que a mudança na medida pode ser alterada apenas por lei complementar por ter natureza de imposto. A reforma Trabalhista foi feita por meio de lei ordinária, ou seja, seus artigos são mais abstratos e a sua aprovação exige votação por maioria simples dos congressistas, enquanto que na complementar é preciso a maioria absoluta dos votos e seu texto, geralmente, possui uma rigidez maior. Segundo a decisão do juiz, o fim da contribuição sindical também trouxe o risco de impedir a atuação dos sindicatos na luta em defesa dos trabalhadores. “O risco de inviabilização prática dos sindicatos importa nova afronta à ordem constitucional que estabeleceu o regime de unicidade sindical, representação de toda a categoria e contribuição obrigatória, pois a quebra de um dos tripés (contribuição obrigatória) põem em risco a forma de representação sindical, um dos direitos sociais assegurados aos trabalhadores e empregadores”, diz em trecho da sentença. Para o presidente do sindicato, Pedro Barnabé, a vitória na sentença mostra o quão desastrosa é a reforma Trabalhista, que beneficia somente os patrões. “Esse decisão mostra que o interesse do mercado é enfraquecer as entidades sindicais. É o que quer também o governo golpista. Portanto, é uma vitória para a sociedade, dos trabalhadores, e um passo importante para que outras decisões sejam favoráveis a nós”, diz. A atual sentença obriga a empresa Proxy Media Informação e Comunicação a fazer o recolhimento do imposto, mas o sindicato, que é filiado à CUT, aguarda o resultado de novas ações movidas contra outras empresas do setor. STF julga inconstitucionalidade Desde que foi sancionada a reforma Trabalhista, a justiça brasileira tem sido questionada sobre a constitucionalidade do fim do imposto. Em todos os estados da federação, milhares de ações aguardam julgamentos a respeito do tema. Diante disso, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga no próximo dia 28 de junho um pedido de declaração monocrática de inconstitucionalidade do imposto sindical. Em despacho realizado em março, o ministro Edson Fachin disse que para acabar com a obrigatoriedade da contribuição, era preciso realizar um amplo debate sobre o sistema de representação dos trabalhadores, do contrário, direitos garantidos na Constituição Federal estariam em risco. Apesar de não declarar a inconstitucionalidade, o ministro adianta ser contraditória a exigência do imposto apenas aos trabalhadores que optarem pelo seu recolhimento, mas que o sindicato continue representando toda a categoria. “Enquanto o sistema sindical estiver vinculado à unicidade sindical, que considera representativo apenas um único sindicato por categoria em determinada base territorial, e, por outro lado, enquanto a negociação coletiva espargir seus efeitos para além dos trabalhadores associados, é necessário estabelecer-se um tributo para custear esse sistema, sob pena de inviabilização do funcionamento desse sistema”. Fonte: Contracs

Categoria do SINDECONPI pode usufruir de atendimentos médicos e odontológicos na zona leste.

Visita Sind-hotelaria

manu manu 44

Reafirmada a parceria com o Sindicato da Hotelaria, o SINDECONPI informa aos trabalhadores, trabalhadoras sócios, assim como os dependentes, que permanece conveniada com a clinica da Fundação da Hotelaria, hoje em novo endereço. Na Zona leste da capital. Agora a categoria que trabalha na zona leste terá mais conforto e comodidade para utilizar os serviços médicos e odontológicos da Fundação da Hotelaria. São especialistas na área de Clinico Geral, Medico do Trabalho, Psiquiatria, Ginecologista, Pediatra e atendimento odontológico.  A Fundação esta localizada na Rua Napoleão Lima -1530 jockey Clube. A Diretoria do SINDECONPI foi até a nova sede do SINTSHOGASTRO visitar as estruturas  e saudar aos companheiros que compõe a diretoria da entidade. De acordo com Raimundo Alves, Presidente do SINDECONPI, o espaço esta mais amplo e moderno. “A categoria do SINTSHOGASTRO esta de parabéns. O espaço garante qualidade e conforto, sempre de portas abertas para receber nossa categoria, em especial aos trabalhadores da zona leste que tinham que se deslocar para outra zona para realizar consulta. Agora o atendimento clinico esta mais próximo do trabalhador. O espaço esta super agradável e esperando nossa categoria”, festeja Raimundo Alves. O SINDECONPI também garante para categoria o convênio com a Fundação dos Comerciários do Piauí, além de outras clinicas médicas.

Consulta à restituição do Imposto de Renda sai nesta sexta-feira

receita-federal-2018-1

manu manu 30

A Receita Federal abrirá às 9h desta sexta-feira (8) a consulta ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda deste ano. O pagamento está previsto para a sexta-feira da semana que vem (15). Segundo a Receita, o valor total das restituições é de R$ 4,8 bilhões. Neste primeiro lote, recebem a devolução do imposto pago a mais os contribuintes considerados prioritários. É o caso de idosos e pessoas com deficiências ou doenças graves. A Receita ainda não divulgou qual será o índice de correção aplicado sobre os valores. Os valores são atualizados com base na Selic (taxa básica de juros). Os professores que têm no magistério a principal fonte de renda também são considerados prioritários, mas de modo secundário. Os idosos que não entrarem nesse lote de restituição devem consultar a situação da declaração do Imposto de Renda, pois há chances de terem caído na malha fina. Quanto antes os erros forem corrigidos, maiores são as possibilidades de o contribuinte entrar no próximo lote. O erro mais comum na malha fina é a omissão de rendimento. Esse tipo de falha ocorre, por exemplo, com o aposentado que tem um imóvel alugado. A restituição do IR é, na prática, a devolução do imposto pago a mais pelos contribuintes. Na maioria dos casos, o imposto é retido na fonte, pela empresa ou pelo INSS. Com as deduções permitidas, o imposto cai e a restituição sobe. “No presente lote, receberão a restituição (…) 228.921 contribuintes idosos acima de 80 anos, 2.100.461 contribuintes entre 60 e 79 anos e 153.256 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave”, diz a Receita Federal. Fonte: Receita Federal  

Empresas com funcionários têm até julho para aderir ao eSocial

esocial-2018

manu manu 48

Pesquisa da FENACON apontou que menos de 10% das micro e pequenas empresas estão informadas Sistema substitui 15 prestações de informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias passará a valer a todo o setor privado e implicará em multas sobre faturamento em caso de descumprimento Todas as empresas do setor privado têm até o dia 1º de julho para adotar o eSocial, sistema que unifica a prestação de 15 relatórios a órgãos do governo, com informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Apesar da proposta de simplificar o ambiente de negócios, consultores e profissionais de recursos humanos afirmam que a adaptação é bastante trabalhosa e implica em multas de até 0,2% sobre o faturamento anual, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos. A exigência vale desde janeiro para 13,7 mil negócios com faturamento acima de R$ 78 milhões ao ano, que correspondem a cerca de 15 milhões de trabalhadores. A obrigatoriedade se estenderá a mais de 18 milhões de empreendimentos no início do segundo semestre, o que inclui micro e pequenas empresas, além dos MEIs (microempreendedores individuais) que tenham funcionários. Os autônomos sem empregados continuarão a usar o o Simei, o sistema de recolhimento dos tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional. Consultor do Sescap-Londrina (Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações, Pesquisas e de Serviços Contábeis de Londrina e Região), Taylam Alves afirma que pesquisa feita pela Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) apontou que menos de 10% das micro e pequenas empresas estão informadas sobre a exigência. “Mesmo as de grande porte tiveram dificuldades e mais de 8 mil foram notificadas por não informarem dados dos empregadores”, diz. Alves sugere que as empresas criem comitês internos para implantação do eSocial e que iniciem o quanto antes a atualização dos dados cadastrais de funcionários, um dos principais problemas enfrentados. A adesão é dividida em cinco fases e a primeira é justamente a que envolve o cadastro do empregador. Logo em setembro será necessário atualizar dados de trabalhadores e os vínculos com as empresas. Em novembro será a vez da folha de pagamento e em janeiro de 2019, dados previdenciários e sobre a segurança e saúde do trabalho. “Se a pessoa tiver dificuldades, busque um consultor para fazer o treinamento, porque as autuações são altas e podem gerar fiscalização retroativa”, afirma. Isso porque, ainda que as exigências valham somente a partir da entrada em vigência do eSocial, o consultor diz que uma informação divergente, como de enquadramento tributário, por exemplo, pode indicar que o erro tenha sido cometido também anteriormente. “A fiscalização pode ser em relação aos último cinco anos”, cita Alves. O sistema é um projeto que integra Receita Federal, Caixa Econômica Federal, INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Previdência e Ministério do Trabalho. Outros tipos de multa podem ser aplicados em casos de ilegalidade, conforme a legislação já vigente. Alves cita o lançamento informações de pagamento a trabalhador por horas extras além do permitido ao dia. “O eSocial faz apenas a validação de consistência. Se faltar uma letra ou número necessários a um campo, não é possível fazer a transmissão de dados. Se for plausível, mais ilegal, não há aviso e a fiscalização é feita depois.” BENEFÍCIOS Depois da dor de cabeça para a implantação do sistema, o governo prega que haverá simplificação do cadastro de informações e redução de custos na gestão de recursos humanos nas empresas. Ainda, com o cruzamento de dados facilitado, o consultor do Sescap lembra que há potencial de aumento da arrecadação, principalmente em questões tributárias e fiscais e não necessariamente pelas multas. “Para o empregador, vai dar segurança jurídica em relação ao vínculo empregatício e, para o empregado, incentivar a fiscalização e a autuação em casos de violação da legislação.” No entanto, Alves lembra que os trabalhadores ainda precisarão contar com a fiscalização presencial. “Se o empregador fizer algo errado, mas declarar como se fizesse certo, o eSocial não terá como pegar”, explica. EXIGÊNCIAS A quantidade de dados cadastrais de funcionários que precisam ser atualizados para a implantação do eSocial está entre as principais dores de cabeça dos departamentos de RH (Recursos Humanos). Até mesmo o CPF de maiores de oito anos, dependentes de empregados, passa a ser exigido. Ainda, como é comum a divergência entre informações registradas em diferentes órgãos, muitos precisam ir à Caixa Econômica Federal ou à Receita para correções. A gerente de RH da Unifil e do Colégio Londrinense, Adilséia Soriani Batista, afirma que a implantação do sistema tem sido muito trabalhosa. “A base de dados necessária e a verificação de todos os dados é enorme”, conta, ao citar que são 1,4 mil funcionários. Para a implantação em julho, ela afirma que foi preciso começar a adaptação em dezembro de 2017. Porém, como já contava com um software de gestão sênior, não houve custo. “Mas mudou tudo. Não que fazíamos coisas erradas antes, mas a forma como as solicitações precisam ser cumpridas é nova e nem sempre se aplicam ao dia a dia dinâmico das organizações”, cita Batista. Um exemplo é o processo de admissão, que precisa ser assinado e informado pelo eSocial com um dia de antecedência. “Por conveniência até do funcionário, muitas empresas permitiam que a assinatura fosse no primeiro dia. Assim como, às vezes por necessidade familiar, algum colaborador pede férias com prazo menor do que os 30 dias exigidos por lei”, diz. Na Belagrícola, a gerente de gestão, Laura de Albuquerque Philippsen Moraes, afirma que o mais complicado também foi a atualização de dados cadastrais dos 1,4 mil funcionários. Para a implantação ainda em janeiro deste ano, ela conta que foi preciso implantar um novo sistema de RH, que abrangesse folha de pagamento e cartão ponto. “Entendo que alguns pontos poderiam ser mais coerentes com a realidade das empresas, como a admissão e o CPF de dependentes.” Apesar de não conseguir sentir a simplificação proposta pelo governo ainda, Moraes vê o eSocial como importante. “Se a questão das multas separar eventuais erros do que é intencional, será muito bom para a competitividade dos empregadores que respeitam a legislação, como fazemos, em relação aos que não arcam com esse custo.” Fonte: Contábeis

FIQUE SÓCIO

FIQUE SÓCIO

O associado do SINDECONPI poderá utilizar todos os convênios e benefícios que lhes são oferecidos, bastando preencher e imprimir a respectiva proposta de adesão, a qual deverá ser entregue ao Sindicato, acompanhada ...

SEUS DIREITOS

SEUS DIREITOS

Clique aqui e saiba mais sobre os direitos dos trabalhadores. IRRF – como calcular INSS – SEGURO DESEMPREGO FÉRIAS PROPORCIONAIS – tabela de proporcionalidade e faltas
RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO ...

CONVÊNIOS

CONVÊNIOS

Abaixo vamos relacionar alguns dos Convênios que oferecemos, esperamos contar com seu apoio e sua visita para fazer a nossa entidade ser conhecida pelos trabalhadores e sermos parceiros de luta e caminhada.

Discurso

 

SINDECONPI na luta

 

Sede - Teresina: Rua Tiradentes, 1321 - Centro Norte - Telefone: (86) 3221-8255.

Subsede Picos: Av. Getulio Vargas 599 - Galeria Tininha de Sá, sala 305ª

Horário de Atendimento (Sede e Subsede) das 8:00hs as 12:00hs e das 14:00hs as 17:30hs

Código Sindical: 914.565.000.26707-0