Receita Federal abre hoje consulta a lote da malha fina do IR

IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019

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Ao todo, 134,7 mil contribuintes serão beneficiados. A Receita Federal abre hoje (8) consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física de maio. Ao todo, serão desembolsados R$ 260 milhões para 134.720 contribuintes que estavam na malha fina das declarações de 2008 a 2018, mas regularizaram as pendências com o Fisco. A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições. As restituições terão correção de 7,16%, para o lote de 2018, a 109,28% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração no próximo dia 15. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento. Fonte: Agência Brasil

No Senado, ministro critica Fies e justifica cortes

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manu manu 57

Ministro da Educação participa de audiência na Comissão de Educação do Senado O ministro da Educação, Abraham Weintraub, explicou hoje em audiência na Comissão de Educação do Senado as diretrizes e prioridades da pasta, sobretudo em relação à proposta de descentralização dos recursos do MEC. Seugndo o site Uol, ele chamou de “desastre” e “tragédia” o Fies, programa de financiamento estudantil criado no governo Lula. Weintraub também afirmou que a sugestão de reduzir investimentos na área de Humanas e direcioná-los a disciplinas de Exatas ou Biologia, como engenharia e medicina, é baseada em números e critérios técnicos. Segundo ele, apenas 13% da produção na área de Ciências Sociais Aplicadas, Humanas e Linguística têm impacto científico. Apesar do que considera ser um baixo desempenho, argumentou o ministro, a maioria das bolsas da Capes seria destinada a estudantes da área de Humanas. “Gente que é paga para estudar”, afirmou ele, e que, na maioria dos casos, não traria um retorno efetivo ao país. A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) é uma fundação vinculada ao MEC responsável por conceder bolsas a estudantes de pós-graduação. Weintraub ressaltou, no entanto, que pretende discutir o tema “de peito aberto” com o Congresso e que o MEC não “quer impor nada a ninguém”. Para ele, o modelo educacional aplicado no país deu errado e é necessário debater alternativas. “O diálogo tem que ser feito com base em números, dados e premissas racionais. Que a gente se livre um pouco dos preconceitos”, comentou. Durante a apresentação, o ministro ironizou as polêmicas recentes em torno de sua nomeação para o cargo. “Não estou chamando ninguém para briga, não tenho passagem pela polícia, estou zeradinho”, declarou ele aos senadores, provocando risadas. O chefe da pasta da Educação mencionava os boatos que surgiram na internet de que ele teria antecedentes e criminais. Também comentou que a imprensa “vasculhou” seu desempenho acadêmico, em referência ao vazamento das notas baixas registradas em boletins de seus primeiros semestres de graduação na USP. Fonte: uol

Inscrições para o Enem 2019 começam hoje; saiba como participar

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Começam nesta segunda-feira (6), às 10h, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O processo será feito exclusivamente pela internet, até o próximo dia 17, por meio da Página do Participante. As provas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro. A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame. O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Após esse prazo, não serão mais permitidas mudanças. O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir ainda este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior, de bolsas de estudo ou de financiamento estudantil. A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de o estudante concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição. Cartão O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza, a partir de outubro, no mesmo site, o cartão de confirmação. O documento informa o número de inscrição e as datas, os horários e o local das provas. A recomendação do ministério é que o candidato leve o documento nos dois dias de prova. Isenção Mesmo quem solicitou a isenção da taxa precisa se inscrever. Estudantes que entraram com recurso relacionado ao pedido de isenção já podem verificar o resultado. As informações foram divulgadas na quinta-feira (2) no Sistema Enem. É necessário fazer login para acessar o resultado. Três perfis de participantes têm direito à isenção na taxa de inscrição – estudantes da última série do ensino médio em 2019 em escolas públicas declaradas ao censo escolar; estudantes com renda familiar menor que um salário mínimo e meio por pessoa e que cursaram o ensino médio na rede pública ou com 100% de bolsa na rede privada; e estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica membros de famílias de baixa renda inscritas no Número de Identificação Social (NIS), com renda familiar mensal de até três salários mínimos ou de até meio salário mínimo por pessoa. Fonte: Agência Brasil

No PI, 20% ainda não declararam imposto de renda; prazo termina nesta terça

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Deve declarar o imposto todos que receberam rendimentos tributáveis com valor anual de R$ 28.559, 70. O prazo final para a declaração do Imposto de Renda a Receita Federal está chegando ao fim. Os contribuintes têm até às 23h59 desta terça-feira (30) efetuar a declaração. Segundo a Receita Federal, a previsão para o Piauí é de 240 mil declarações, até o momento cerca de 190 mil, ou seja, 80% das declarações já foram entregues. O delegado da Receita Federal, Eudimar Alves, alerta que é importante que o contribuinte esteja atento aos prazos para não perder o período de declaração do imposto. “Mesmo que não possua todas as informações, entregue a declaração com o que você possui. Após o prazo, mediante a uma declaração notificadora, o contribuinte pode corrigir ou completar os dados, sem o pagamento de nenhum ônus”, disse. De acordo com o delegado, o ritmo atual está dentro das expectativas previstas para o Piauí. “Em 2018, mais de 40 mil declarantes entregaram o documento apenas no último dia. O programa continuará no ar, mas às 23h59 de amanhã (30), ele sai do ar. A Receita Federal não trabalha com prorrogações de prazos, ou seja, se perder a data, pagará multa”, disse Eudimar Alves. O valor da multa para a não declaração do imposto de renda é de no mínimo R$ 165,74. Além disto, os que contribuintes que não declararam ou que omitiram alguma informação podem ter seus dados retidos na malha fina. Deve declarar o imposto de renda todos que receberam rendimentos tributáveis com valor anual de R$ 28.559, 70. A declaração pode ser feita através do preenchimento do formulário no site da Receita Federal.  O envio das declarações começou em 7 de março e terminará nesta terça-feira, 30 de abril. Fonte: Portalodia

Mulheres que trabalham fora gastam ainda 18,5 horas com afazeres domésticos

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As mulheres que trabalham fora de casa gastam, em média, 18 horas e meia, por semana, nos afazeres domésticos. Os homens, por outro lado, gastam 10,3 horas. Os dados, referentes a 2018 e divulgados nesta sexta-feira (26), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam também que 92,2% das mulheres e 78,2% dos homens realizam trabalho doméstico. Essa desigualdade, no entanto, tem se reduzido. Em 2016, a diferença batia 17,9 pontos percentuais. Em 2017 caiu para 15,3 e em 2018 ficou em 14. Levando em consideração a população que não trabalha fora de casa, 87% realizam tarefas em casa. As mulheres dedicam 23,8 horas a essas atividades, enquanto os homens 12 horas. Atividade mais feita em casa Cozinhar foi a atividade com a maior diferença entre os sexos, apesar de que, entre os que moram sozinhos, o percentual é semelhante: 92,7% para eles e 97,1% para elas. Mas quando os homens coabitam com mulheres como cônjuge, o percentual deles cai para 57,1%. No caso das mulheres, quando elas se tornam cônjuges, o percentual que cozinha sobe para 97,9%. O percentual de mulheres (37,0%) que realizavam cuidado de pessoas também se manteve maior do que o dos homens (26,1%). Os homens sem instrução ou com fundamental incompleto tiveram a menor taxa de realização (22,0%). Já a faixa etária de 25 a 49 anos apresentou o maior percentual tanto para homens (37,0%) quanto para mulheres (49,8%). Entre as pessoas com 14 anos ou mais, 7,2 milhões (4,3%) fizeram trabalho voluntário na semana de referência da pesquisa. Desse total, 48,4% realizavam o voluntariado quatro ou mais vezes por mês, enquanto 15,6%, eventualmente ou sem frequência definida. O tempo médio dedicado era de 6,5 horas semanais. Já a produção para o próprio consumo era realizada por 13,0 milhões de pessoas em idade de trabalhar (7,7%). Essa taxa vem crescendo desde 2016 (6,3%). Entre os que produzem para o próprio consumo, a maior parte (76,7%) realiza a atividade de cultivo, pesca, caça e criação de animais. Fonte: IBGE

Bispos católicos contestam bandeiras de Bolsonaro e defendem direitos humanos

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Conferência Nacional dos Bispos do Brasil enviou uma carta ao Palácio do Planalto em que atacam pontos defendidos pelo governo federal. Principal entidade da Igreja Católica no Brasil, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) publicou nesta terça-feira (7) uma mensagem em que, sem mencionar diretamente o presidente Jair Bolsonaro (PSL), contesta bandeiras do governo dele. Os líderes católicos, reunidos em Aparecida (SP) para uma assembleia que começou na quarta-feira (1º), atacaram pontos como o estímulo ao liberalismo econômico, a ausência de medidas eficazes para combater o desemprego, o corte de verbas para a área da educação, a extinção de conselhos de participação da sociedade, a flexibilização das regras sobre armas e a interferência em terras indígenas e quilombolas. Também se colocaram contra a criminalização dos defensores de direitos humanos e pregaram o combate a qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Os problemas apontados pelos bispos fazem parte do documento “Mensagem da CNBB ao povo brasileiro” e se somam a uma nota divulgada na semana passada com ressalvas ao projeto de reforma da Previdência defendido pelo Planalto. A instituição eleva o tom dos reparos ao governo depois de concluir a eleição de sua nova cúpula, que aponta para uma gestão de continuidade, com membros da ala considerada progressista da igreja. O texto divulgado nesta terça foi aprovado pelos mais de 300 bispos que participaram da assembleia. No manifesto, a CNBB afirma que “a crise ética, política, econômica e cultural tem se aprofundado cada vez mais no Brasil” e que “a opção por um liberalismo exacerbado e perverso, que desidrata o Estado quase ao ponto de eliminá-lo, ignorando as políticas sociais de vital importância para a maioria da população, favorece o aumento das desigualdades e a concentração de renda em níveis intoleráveis”. Esse cenário, na visão dos bispos, torna “os ricos mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres”. Ainda na seara econômica, a carta diz que “o crescente desemprego, outra chaga social”, que alcança o patamar de 13 milhões de afetados, “mostra que as medidas tomadas para combatê-lo, até agora, foram ineficazes”. Além disso, segue o comunicado, “é necessário preservar os direitos dos trabalhadores”. Na semana passada, além de questionar as mudanças no sistema de aposentadorias, a conferência afirmou que a reforma trabalhista concretizada pela gestão Michel Temer (MDB) agravou o desemprego. “As necessárias reformas política, tributária e da Previdência só se legitimam se feitas em vista do bem comum e com participação popular”, assinala a carta, observando que “nenhuma reforma será eticamente aceitável se lesar os mais pobres”. Em outro ponto, os bispos reclamam da violência, do aumento do feminicídio e da situação das cadeias, repudiam “a criminalização daqueles que defendem os direitos humanos” e fazem referência a uma das promessas de campanha de Bolsonaro, a facilitação do acesso a armas. “O verdadeiro discípulo de Jesus terá sempre no amor, no diálogo e na reconciliação a via eficaz para responder à violência e à falta de segurança, inspirado no mandamento ‘Não matarás’ e não em projetos que flexibilizem a posse e o porte de armas.” Também entrou no radar dos integrantes da CNBB “a ameaça aos direitos dos povos indígenas assegurados na Constituição de 1988”, com o que chamam de “mercantilização das terras indígenas e quilombolas”. Em outro ponto da mensagem, os líderes católicos reivindicaram um cuidado especial com a educação, “gravemente ameaçada com corte de verbas, retirada de disciplinas necessárias à formação humana e desconsideração da importância das pesquisas”. O MEC determinou um congelamento orçamentário que atinge desde o ensino infantil até a pós-graduação. Numa contraposição ao ato de Bolsonaro que extingue conselhos, os bispos afirmam: “Instâncias que possibilitam o exercício da democracia participativa, como os conselhos paritários, devem ser incentivadas e valorizadas, e não extintas, como estabelece o decreto 9.759/2019”. Fonte: Folha

Preço da gasolina passa dos R$ 5 em Teresina; diesel e gás também sobem

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Aconteceu o que os consumidores mais temiam. O preço da gasolina em Teresina chegou à casa dos R$ 5. A previsão já havia sido dada na Coluna Economia & Negócios, do Cidadeverde.com, na semana passada, quando a Petrobras anunciou a última alta, de 3,5% no preço do litro do combustível que sai das refinarias. Na terça-feira (30), os preços em Teresina variavam de R$ 4,59 a R$ 4,79. Neste sábado (4), os preços já variam de R$ 4,79 a R$ 5,19. “Quem tem estoque, vende mais barato, mas para quem já está comprando mais caro das distribuidoras é difícil segurar. Alguns seguram porque têm contas para pagar na segunda-feira e quando aumenta o preço as vendas despencam, mas a tendência não é boa para os próximos dias”, avalia o presidente do Sindicato dos Donos dos Postos de Combustível no Piauí, Alexandre Castelo Branco. A gasolina já acumula uma alta de 35,5% nas refinarias, do início do ano para cá. “Estamos vivendo uma sequência de aumentos e, mesmo quando há baixas, essas baixas não compensam os aumentos. Ter 35,5% de alta é um absurdo. Imagine o dono de posto que precise R$ 1 milhão de capital de giro. Em quatro meses, ele teria que ter mais de R$ 300 mil a mais. Ou seja, é preciso injetar capital de fora”, lamenta Alexandre. O empresário afirma que mais da metade (53%) do preço da gasolina vendida no Piauí é imposto, sendo que a parte que fica com o governo estadual soma 31%. “A gente não tem como fazer uma previsão de como vai ficar daqui para frente porque está como a Bolsa de Valores, mas estou com muito medo da situação da Venezuela, que é a maior reserva de petróleo do mundo. Se o país está em guerra civil, quem tem petróleo vai vender mais caro. É a lei da oferta e da procura. As projeções estão ruins. O que pode nos ajudar é o dólar cair”, avalia o presidente do sindicato. Alta do diesel e do gás Outra alta, que já passa a valer a partir deste sábado, é a do diese, que teve aumento médio de 2,5% nas refinarias. O reajuste no preço do diesel ocorre 15 dias após a última alta, de 4,8%, respeitando o prazo mínimo definido pela política de preços da estatal. A Petrobras elevou também os preços do gás de cozinha vendido em botijões de 13 quilos, mais usados nas residências. Segundo o Sindigás, que representa as distribuidoras, o reajuste vai oscilar de 3,3% a 3,6%, dependendo do polo de suprimento. Fonte: Cidadeverde

4,8 milhões de desempregados já deixaram de buscar trabalho, diz IBGE

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O número de pessoas aptas ao trabalho mas sem emprego no Brasil superou a marca dos 13,4 milhões no primeiro trimestre de 2019. Isso significa dizer que 12,7% dos brasileiros e brasileiras estão desempregados. Os dados atualizados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última terça (30). “Os dados confirmam o indicativo do aumento do número do desemprego. Talvez o mais importante seja o volume desse aumento de desocupados. São 1,2 milhões de pessoas, comparando com o trimestre anterior. A taxa aumentou mais de um ponto percentual, o que é muito significativo em um primeiro trimestre”, comenta Patrícia Pelatieri, coordenadora de pesquisas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Uma análise mais aprofundada sobre os dados do IBGE revela outros recortes que permitem avaliar a evolução do cenário laboral brasileiro: 6,8 milhões de pessoas estão subocupadas. Tratam-se, em geral, de trabalhadores informais ou que se dedicam aos chamados bicos, trabalhando menos horas do que poderiam. O sociólogo Ricardo Antunes, um dos maiores estudiosos brasileiros sobre o mundo do trabalho, explicou em entrevista ao Brasil de Fato que este tipo de trabalho, informal, intermitente é a “antessala do desemprego”. Os números apontam também para um grupo crescente de trabalhadores desalentados, ou seja, desempregados que deixaram de procurar emprego, cresceu 3,9% no último trimestre. No total, 180 mil pessoas desistiram de encontrar um trabalho, somando 4,8 milhões de brasileiros. Antunes interpreta que a condição de desalento não significa que o trabalhador ou a trabalhadora não queira mais buscar emprego porque não precisa. “Eles não buscam mais emprego porque estão fazendo isso há um, dois anos. Para buscar emprego você tem que acordar cedo, ter dinheiro para condução, para alimentação. É muito custoso”, analisa. Somados os trabalhadores sub-ocupados, os trabalhadores que poderiam trabalhar mas não o fazem por diversos motivos – uma mãe que não pode trabalhar por ter que cuidar de um filho pequeno sem acesso a creche, por exemplo –  e os trabalhadores desalentados, o Brasil atingiu o recorde de 28,3 milhões de pessoas classificadas pelo IBGE como subutilizadas. “É muito preocupante olhar esse quadro, principalmente ao verificarmos o perfil dos desalentados, dos sub-ocupados e desempregados. São, em sua maioria, mulheres jovens entre 18 e 24 anos. Trabalhadores de ocupações elementares, com baixa escolaridade. Estamos falando de um empobrecimento da classe trabalhadora muito significativo”, alerta Pelatieri. De acordo com Antunes, a criação de bolsões de desempregados é servil ao sistema capitalista. Sobretudo no cenário atual, em que as políticas sociais estão em retração, e com os efeitos da reforma trabalhista, tornando trabalhadores cada vez mais reféns às condições degradantes impostas pelos empregadores. “O desemprego é o flagelo mais brutal. E cada vez mais esse bolsão de desempregados se confunde com o bolsão de subempregados, de informais intermitentes, porque todos esses vivenciam muitos horários de suas vidas em que deveriam trabalhar para sobreviver, na condição real de desemprego”, concluiu Antunes. Fonte: IBGE

Brasileiros pagam, em média, R$ 110 de juros por usar cheque especial

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Pesquisa do aplicativo Guia Bolso traz um alerta para os brasileiros que, com frequência, caem no cheque especial para pagar as contas do mês. O levantamento, feito com 355 mil pessoas revelou que, em março, esses brasileiros pagaram, em média, R$ 110,57 apenas de juros dessa modalidade. Como os juros do cheque especial giram em torno de 12% ao mês, isso significa que as pessoas usaram cerca de R$ 1.000 além do limite do valor que constava na conta. Ainda segundo a pesquisa, essa média de juros está aumentando. De janeiro para março a alta foi de R$ 9. Outro dado preocupante é que 1 a cada 4 pessoas entrou no cheque especial no mês de março. O aplicativo diz ainda que a última vez que a média de juros ficou abaixo dos três dígitos, ou seja, abaixo de R$ 100 foi em novembro do ano passado. No caso do rotativo do cartão de crédito, que é quando o consumidor não paga o total da fatura, o valor pago de juros foi, em média R$ 82,46. É uma quantia menor que a média do cheque especial, mas o aumento de janeiro para cá foi maior, de R$ 11 e quase 9% dos consumidores que possuem cartão de crédito entram no rotativo. As modalidades do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito são as mais caras do mercado, mas geralmente são as primeiras a serem usadas quando o dinheiro não dá até o final do mês, por não exigirem qualquer burocracia. Mas é importante ficar de olho: uma dívida de mil reais, em seis meses, dobra de valor no cheque especial, chegando a R$ 2 mil. Especialistas em finanças recomendam buscar formas alternativas de crédito, com juros mais baixos. Fonte: Redebrasilatual

Dieese mostra ‘estado crítico’ do trabalho no país

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“Estamos na UTI”, afirma diretor técnico. Índice da Condição do Trabalho, lançado pelo instituto, procura aferir situação geral a partir de dados sobre desemprego, ocupação e rendimento. “Vai piorar” Lançado nesta quinta-feira (25) pelo Dieese, o Índice da Condição do Trabalho (ICT) demonstra o “estado crítico” vivido pelos trabalhadores, segundo o diretor técnico do instituto, Clemente Ganz Lúcio. “Estamos na UTI”, afirmou, enquanto apresentava o novo indicador a dirigentes sindicais. O ICT, uma espécie de “IDH do trabalho”, será divulgado trimestralmente. A metodologia compreende uma variação de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior a situação geral do mercado de trabalho. Para calcular o índice, são considerados oito fatores, reunidos em três grupos: inserção ocupacional, desocupação e rendimento. Todos têm o mesmo peso. Os dados utilizados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. Com isso, o Dieese já compôs uma série histórica, iniciada em 2012. O dado mais recente, relativo ao último trimestre do ano passado, mostra um ICT de 0,36, com retração em relação a igual período de 2017 (0,39). Os resultados são ainda piores se considerados períodos anteriores. Em 2014, por exemplo, o índice chegou a 0,62, demonstrando uma redução drástica das qualidade das condições de trabalho. Um período, como diz Clemente, de “explosão” do desemprego e de crescimento da informalidade. O mercado mostra “alta precarização, alta instabilidade e muita insegurança”. Ele chama a atenção para profundas transformações que vêm atingindo o universo do trabalho. Termômetro “Além das inovações tecnológicas, temos observado que a organização das empresas também se transforma. E o sistema de relações do trabalho vem sendo alterado”, afirma, citando a Lei 13.467, de “reforma” trabalhista. “Há um novo mundo do trabalho em termos de direitos. São múltiplas dimensões que afetam o mundo do trabalho.” A criação do ICT, acrescenta, traz justamente a preocupação de acompanhar essas mudanças para ajudar nos diagnósticos. Na comparação do diretor técnico, é uma espécie de “termômetro” para aferir as condições gerais da realidade atual do trabalho. Com o tempo, o Dieese pretende viabilizar leituras regionais do novo índice. No ICT que acompanha a inserção ocupacional, por exemplo, o dado do último trimestre de 2018 é de 0,29, ante 0,33 um ano antes – já chegou a 0,72 na série histórica. Esse item considera três fatores: formalização do vínculo de trabalho, contribuição para a Previdência e tempo de permanência no emprego. Cenário desfavorável Já o índice relativo à desocupação ficou estável em 0,36. Mas no final de 2013, por exemplo, estava em 0,9, em um período de menores médias históricas do desemprego e crescimento da ocupação com carteira assinada. Esse grupo inclui desocupação/desalento, procura por trabalho há mais de cinco meses e novamente desocupação/desalento, desta vez dos responsáveis pelo domicílio. O índice do rendimento considera o ganho por hora trabalhada e a distribuição dos rendimentos, um indicador que mede a desigualdade. Nesse caso, o ICT foi de 0,46 para 0,44. Já esteve perto de 0,6. Clemente observa que é o grupo que tem “movimento mais suave”, sem variações extremas. A divulgação do ICT do primeiro trimestre deste ano deverá ocorrer entre final de maio e início de junho, dependendo dos resultados da Pnad Contínua. Pelas condições da economia e por se tratar de um período historicamente de menor atividade, o diretor do Dieese adianta: “Vai piorar”. Segundo ele, as condições gerais da economia não indicam melhoria daqui para a frente. Em 2019, a situação permanecerá crítica. Apenas um crescimento entre 3% e 4% permitiria falar em um começo de reação. Mas o próprio governo começa a rever suas projeções para o ano. As estimativas iniciais, em torno de 2,5%, agora estão em 1,7%. Mas o diretor técnico acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) chegará a no máximo 1%. Fonte:Rede Brasil Atual

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CONVÊNIOS

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Abaixo vamos relacionar alguns dos Convênios que oferecemos, esperamos contar com seu apoio e sua visita para fazer a nossa entidade ser conhecida pelos trabalhadores e sermos parceiros de luta e caminhada.

Discurso

 

SINDECONPI na luta

 

Sede - Teresina: Rua Tiradentes, 1321 - Centro Norte - Telefone: (86) 3221-8255.

Subsede Picos: Av. Getulio Vargas 599 - Galeria Tininha de Sá, sala 305ª

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