Novo lote do PIS/Pasep de 2017 será pago nesta semana; veja se você tem direito

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O abono salarial PIS/Pasep do calendário 2018-2019, referente ao ano-base 2017, começa a ser pago nesta terça-feira (19) para correntistas da Caixa Econômica Federal e na quinta-feira (21) para os demais trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público, nascidos entre os meses de março e abril. O abono salarial destinado a trabalhadores do setor privado, denominado Programa de Integração Social (PIS), pode ser retirado em agências da Caixa Econômica Federal, enquanto o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), para servidores públicos, é pago no Banco do Brasil. Segundo a Caixa , estão disponíveis mais de R$ 2,7 bilhões para 3,7 milhões de trabalhadores com direito ao benefício. O valor do abono cresceu em relação ao ano-base 2016, acompanhando a variação do salário mínimo , e pode ir de R$ 84 a R$ 998, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente no ano de 2017. De acordo com o calendário, quem é nascido entre janeiro e junho receberá o PIS no 1º trimestre. Mesmo que existam mudanças na programação, é certo que o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho, prazo final para o recebimento. Quem tem direito e como sacar o abono salarial? Têm direito ao pagamento os trabalhadores inscritos no PIS/Pasep  há pelo menos cinco anos, que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias no ano de 2017. Também é preciso que a remuneração mensal média no tempo trabalhado tenha sido de até dois salários mínimos e que os dados do funcionário tenham sido fornecidos corretamente pelo empregador à Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Para sacar, é preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep; no caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito dois dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Para sacar o PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada deve se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Mais informações sobre o PIS podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07, da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site  www.caixa.gov.br/PIS , em Consultar Pagamento. Para tanto, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Os servidores públicos com direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, devem procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone do Banco do Brasil, 0800-729-00-01. Segundo a Caixa, quando o  abono salarial  não é sacado, o valor é incorporado ao saldo de quotas. Em caso de permanência após o final do exercício financeiro, que ocorre em 28 de junho, os rendimentos são disponibilizados para saque no novo calendário. Fonte: Agência Brasil.

Trabalhadores informais serão os mais prejudicados com reforma de Bolsonaro

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Quase 35 milhões de trabalhadores ocupados não estão contribuindo com o INSS. Este número pode aumentar se depois da reforma da Previdência o Congresso aprovar carteira verde amarela Se o Congresso Nacional aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL/RJ), milhões de trabalhadores e trabalhadoras não vão conseguir se aposentar. A situação já é dramática para 34,3 milhões de trabalhadores que estão no mercado de trabalho, mas não têm carteira assinada, são informais ou autônomos e não estão contribuindo com o INSS porque não têm renda, segundo a pesquisa do PNDA Continua do IBGE, de 2018. “As propostas de reforma da Previdência e da carteira verde amarela, que vêm sendo vazadas pela imprensa, vão excluir ainda mais do sistema previdenciário os trabalhadores informais do país, que hoje são quatro de cada 10”, afirma o professor do Centro dos Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), Dari Krein. Para ele, o governo cria dificuldades adicionais para os informais e, ao criar um regime diferenciado da CLT para quem entrar no mercado de trabalho, deixará os futuros trabalhadores sem escolha. Ou perdem direitos e segurança ou não conseguirão trabalhar. Krein lembra ainda que o modelo de capitalização chileno em que os trabalhadores contribuem com 10% ao mês, paga hoje aos idosos menos de 40% do que eles contribuíram. Com a carteira verde amarela, o trabalhador brasileiro vai contribuir com 8,5% e o governo com outros 8,5%. O total de 17% de contribuição baseado num sistema de capitalização vai dar uma renda de no máximo 60% daquilo que a pessoa contribuiu a vida inteira. “O governo Bolsonaro vai conseguir o que sempre quis, diminuir o gasto com a Previdência sem redistribuir renda. Essa proposta de reforma da Previdência vai punir os trabalhadores autônomos de baixa renda e favorecer o mercado financeiro”, diz a professora. Segundo ela, são os bancos e financeiras que vão gerir os fundos públicos e a parcela maior da contribuição da Previdência, já que quem ganha mais é que poderá contribuir com o sistema de capitalização. A secretária de Relações de Trabalho da CUT, Maria das Graças Costa afirma que o aumento da precarização do trabalho, o desemprego e a informalidade que têm deixado milhões de trabalhadores completamente desprotegidos, vão piorar com a reforma da Previdência. “Temos ainda uma juventude abandonada sem trabalho e sem perspectiva de um futuro melhor. Esses trabalhadores não terão a menor condição de contribuir com a previdência pública, muito menos de comprar uma previdência privada. A reforma Trabalhista e a reforma da Previdência como estão sendo propostas se completam para jogar a classe trabalhadora na pobreza e enriquecer ainda mais os grandes empresários”, afirma a dirigente. Solução é o crescimento econômico Para a economista da UFRJ, Denise Gentil, as propostas de aumentar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos de homens e mulheres, e reduzir o valor da aposentadoria e pensões não vão solucionar o problema fiscal e financeiro da previdência. “A saída é o crescimento econômico. Com salários melhores, automaticamente aumentam as contribuições previdenciárias. Se o governo quisesse realmente fazer uma verdadeira redistribuição de renda deveria tributar os mais ricos”, diz Denise. Para a professora, a saída para impedir a reformada Previdência é o povo ir às ruas. “Esse Congresso que foi eleito está fechado com a reforma. Só a mobilização popular poderá ainda fazer com que eles pensem duas vezes antes de aprovar essa reforma”. Fonte: CUT

Bolsonaro estuda proposta para trabalhador abrir mão de férias e 13º ao ser contratado

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Segundo pessoas próximas à equipe do ministro Paulo Guedes, já existe uma base legal para isso que é a reforma trabalhista Reportagem de Geralda Doca e Pedro Paulo Pereira, na edição desta quinta-feira (7) do jornal O Globo, informa que o governo Jair Bolsonaro (PSL) estuda incluir na Reforma da Previdência conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, um dispositivo para permitir que trabalhadores abram mão de direitos, inclusive os que estão previstos no artigo sétimo da Constituição Federal, como FGTS, férias e 13º salário, no ato da contratação. Segundo os jornalistas, como esses direitos são considerados cláusula pétrea, o Estado não pode simplesmente acabar com eles. A alternativa que vem sendo discutida é criar condições para que o próprio empregado faça a opção, abrindo mão de todos eles, ficando, assim, de fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De acordo com fontes a par do que vem sendo analisado, já existe uma base legal para isso que é a reforma trabalhista. Em vigor há pouco mais de um ano, ela permite que o acordado prevaleça sobre o legislado. Com a medida, o governo quer, segundo a reportagem, estimular a geração de emprego para jovens. O governo deve usar a data de nascimento para definir a linha de corte para os trabalhadores que terão a chamada carteira verde e amarela. Os celetistas continuarão com a carteira de trabalho tradicional, a azul. Fonte:  Revista Fórum

As 5 principais mudanças da Medida Provisória 871/2019

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Alterações no Direito Previdenciário A proposta de reforma da previdência é objeto de debate desde o período eleitoral, se intensificando após a eleição de Bolsonaro. O projeto, formulado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda não foi apresentado ao Congresso Nacional, mas mudanças importantes na questão previdenciária começam a se desenhar, indicando as principais alterações pretendidas pelo governo. Desse modo, a Medida Provisória nº 871, publicada em 18 de Janeiro de 2019, apresentou novidades importantes em alguns temas previdenciários. Apresento abaixo, um apanhado acerca das 5 principais mudanças: 1 – Auxílio-Reclusão Como fica? A MP 871/2019 estabelece que o auxílio-reclusão terá carência mínima de 24 contribuições mensais. Ou seja, durante a vigência da MP, será necessário o mínimo de 24 contribuições anteriores a prisão, para que o benefício do auxílio reclusão seja requerido. Como era? Antes bastava uma única contribuição ao INSS antes da prisão. 2 – Auxílio-Reclusão Como fica? O auxílio-reclusão deixa de ser prestado para dependentes de presos em regime semiaberto e passa a ser concedido apenas a dependentes de presos em regime fechado. Como era? O auxílio-reclusão era concedido aos presos em regime fechado e semiaberto. 3 – Aposentadoria Rural do Segurado Especial Como fica? Será criado um cadastro com os dados dos segurados especiais. Esses dados servirão para alimentar o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), que passará a ser, a partir de 1º de Janeiro de 2020, a única forma de comprovar o tempo de trabalho rural sem contribuição. Como era? Para a comprovação do exercício de atividade rural era exigida apenas uma declaração fundamentada do sindicato que representava o trabalhador rural. 4 – Salário-Maternidade Como fica? O salário-maternidade deverá ser requerido em até 180 dias após o parto ou da ocorrência da adoção, sob pena de perda do direito ao recebimento do benefício. Como era? Poderia ser requerido até 5 anos após a data do parto. 5 – Pensão por Morte Como fica? Para comprovar a União Estável agora será preciso apresentar prova documental contemporânea a época dos fatos. Como era? Era aceita prova exclusivamente testemunhal para comprovar a união estável ou dependência econômica com o beneficiário falecido. Tais mudanças indicam os caminhos por onde a Reforma da Previdência vai se apresentar. Ficaremos atentos!

Receita alerta para site falso que simula leilão de produtos

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A Receita Federal divulgou um alerta na imprensa sobre a existência de uma página na internet que diz leiloar mercadorias apreendidas pelo órgão. O falso endereço usa inclusive o logotipo da Receita Federal indevidamente, para dar credibilidade ao serviço. Para se cadastrar no site falso, os usuários precisam apresentar documentos como cópia do RG e do CPF, além de comprovante de endereço. Após arrematar a suposta mercadoria, a vítima paga um boleto por e-mail e é orientada a retirar o produto em uma unidade da Receita. De acordo com a Receita, um caso já foi identificado pela Delegacia da Receita Federal em Jundiaí (SP), que enviou ofício à Polícia Federal sobre o assunto. A Receita esclarece que os leilões de mercadorias apreendidas pela instituição não são realizados em sites privados. O único canal disponível é o Sistema de Leilões Eletrônicos, acessado por meio do site da Receita Federal. O sistema está disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Para participar de leilões eletrônicos da instituição, é necessário ter certificado digital. Fonte: ReceitaFederal

Aposentadoria é para viver, não para receber só à beira da morte

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Proposta de “reforma” da Previdência do governo Bolsonaro só leva em conta expectativa de vida, como se o trabalhador tivesse de morrer após se aposentar para não dar despesa para o governo A reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro quer acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição e obrigar todo mundo a se aposentar com 65 anos de idade. Atualmente, os trabalhadores podem se aposentar após 35 anos de pagamentos ao INSS, e as trabalhadoras após 30 anos de contribuição. Ou por idade: 65 anos para os homens e 60 para as mulheres, com no mínimo 15 anos de contribuição. Para fazer papel do “bonzinho”, Bolsonaro faz um contraponto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, defendendo que será preciso considerar as diferenças regionais do país para estabelecer uma idade mínima. Mais uma proposição absurda, ao ignorar que dentro de uma mesma cidade existem diferentes expectativas de vida, de acordo com os desgastes provocados pelas condições de trabalho e por doenças. No entanto, como informa o Portal da CUT, em reportagem de Rosely Rocha, o principal interesse das pessoas não é levado em conta pelos defensores dessa reforma: o tempo de sobrevida depois da aposentadoria, que é mais importante para o trabalhador do que a expectativa de vida estimada na hora do nascimento – que é uma média atualizada todos os anos pelo IBGE. Segundo o estudo Expectativa de Duração de Aposentadoria em Anos, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 2014, o Brasil é um dos países em que os aposentados menos usufruem o tempo do seu benefício. “Enquanto a média brasileira é de 13,4 anos de sobrevida após a aposentadoria, na Itália é de mais de 21 anos. O Brasil só fica acima de países como México, África do Sul e China”, afirma a economista Esther Dweck, que foi chefe da Assessoria Econômica e secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão entre 2011 e 2016. Aposentar e viver com saúde Se a proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro passar, o período de vida saudável que o aposentado terá para usufruir do seu benefício será de apenas cinco anos, já que o trabalhador brasileiro usufruiria de sua aposentadoria com saúde no máximo dos 65 aos 70 anos. “Uma pessoa que chega aos 65 anos no Brasil tem uma expectativa de vida de 80. No entanto, o governo não leva em consideração que a saúde dele estará extremamente prejudicada. Ele vai viver bem, com saúde, no máximo até os 70 anos. Ora, a aposentadoria é um direito que a pessoa tem de usufruir com uma vida saudável, não apenas para pagar por remédios”, diz Esther Dweck. O diretor do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Diego Cherulli, especialista em Direito Previdenciário Tributário e Econômico, defende que se mantenha o atual sistema de pontuação 86/96, explicado abaixo. O modelo é considerado mais justo. Leva em conta não somente a idade, mas o tempo de contribuição: ou seja, quem ingressa mais cedo no mercado de trabalho, geralmente os mais pobres, não necessariamente prejudicado com a obrigação de trabalhar no mínio até os 65 anos. Para o advogado Pedro Saglion de Faria Fonseca, do Instituto de Estudos Previdenciários (IEP), o governo não deveria mexer nas regras atuais de idade e contribuição para a aposentadoria, alegando um suposto déficit. Decisões relacionadas a direitos sociais não podem ser tomadas apenas com uma calculadora na mão, diz o advogado. A legislação previdenciária foi estabelecida para dar dignidade às pessoas, e ao mudar a idade mínima de aposentadoria o governo rompe um contrato. “É um contrato social ao qual às pessoas aderem obrigatoriamente e se ele é unilateralmente alterado para atender apenas a uma das partes, no caso o governo, fere o princípio de confiança”, afirma Saglioni. Fonte: RBA

Receita abre consulta a lote da malha fina do IR

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A Receita Federal abre nesta sexta-feira (8) a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física de fevereiro. Ao todo, serão desembolsados R$ 401 milhões para 142,6 mil contribuintes que estavam na malha fina das declarações de 2008 a 2018, mas regularizaram as pendências com o Fisco. A lista com os nomes estará disponível no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições. As restituições terão correção de 5,68%, para o lote de 2018, a 107,8% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração no próximo dia 15. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento. Fonte: ReceitaFederal

Veja como calcular quando se aposentar com a nova regra de transição

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A opção da equipe econômica em propor uma regra de transição para a aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho baseada em pontos estabelece, na prática, uma idade mínima de aposentadoria que não é fixa, de acordo com texto preliminar da reforma da Previdência. O Estadão/Broadcast antecipou na segunda-feira, 4, a minuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que o governo quer enviar ao Congresso ainda neste mês. Essa idade mínima para a aposentadoria pode sofrer um “desconto” quanto maior for o tempo de contribuição do trabalhador, para além das exigências atuais para aposentadoria por tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 anos para homens). Para calcular como seria afetado pela regra de transição, caso essa proposta avance, o trabalhador precisa seguir alguns passos. Etapas 1) Saber em que ano o trabalhador se aposentaria pelo regra atual (ou seja, em que ano ele alcançaria 30 anos para mulheres e 35 anos para homens de tempo de contribuição); 2) Calcular qual idade ele terá naquele ano e somar com o tempo de contribuição para obter a pontuação; 3) Se a pontuação ficar abaixo do mínimo previsto para aquele ano, é preciso contribuir mais ou ficar mais velho; 4) Cada ano adicional de contribuição equivale a dois pontos a mais (1 ponto pela contribuição e 1 ponto pela idade); 5) Como a pontuação mínima também avança, é preciso localizar em que ano os pontos exigidos e os efetivamente obtidos pelo trabalhador coincidem: esse será o ano da aposentadoria pela transição. Exemplos – Alexandre tem hoje 49 anos de idade e 28 anos de contribuição. Pela regra atual, ele poderia pedir aposentadoria daqui a sete anos, em 2026. Pela regra de transição prevista no texto preliminar da reforma, a exigência de pontos, obtidos com a soma de idade e tempo de contribuição, será de 103 naquele ano. No entanto, aos 56 anos e com 35 anos de contribuição, ele só terá 91 pontos (ou seja, faltam 12 pontos para a exigência da transição, ou seis anos de contribuição, já que o fato de ficar seis anos mais velho também é contabilizado). Como a pontuação mínima avança até 105 enquanto ele continua contribuindo, ele se aposentará 7 anos após o previsto na regra atual. Alexandre completará 105 pontos em 2033, aos 63 anos e com 42 anos de contribuição, com direito a 100% do benefício. – Francisco tem hoje 50 anos de idade e 33 anos de contribuição. Ele poderia, pela regra atual, pedir aposentadoria daqui a dois anos, em 2021. Pela regra de transição prevista, a exigência de pontos, obtidos com a soma de idade e tempo de contribuição, será de 98 naquele ano. No entanto, aos 52 anos e com 35 anos de contribuição, ele só terá 87 pontos (ou seja, faltam 11 pontos para a exigência da transição, ou cinco anos e meio de contribuição, já que o fato de ficar mais velho também é contabilizado em igual medida). Como a pontuação mínima avança até 105 enquanto ele continua contribuindo, ele se aposentará 9 anos após o previsto na regra atual. Francisco completará 105 pontos em 2030, aos 61 anos e com 44 anos de contribuição, com direito a 100% do benefício. Caso não consiga contribuir por todo esse tempo, um ano a menos representará a necessidade de um ano a mais na idade. Nesse caso, porém, há a opção de aposentadoria nos cinco anos seguintes à aprovação da reforma sem atingir os pontos, mas sujeito ao fator previdenciário. – Maria tem hoje 52 anos de idade e 28 anos de contribuição. Ela poderia, pela regra atual, pedir aposentadoria daqui a dois anos, em 2021. Pela transição, a exigência de pontos, obtidos com a soma de idade e tempo de contribuição, será de 88 naquele ano. No entanto, aos 54 anos e com 30 anos de contribuição, ela só terá 84 pontos (ou seja, faltam 4 pontos para a exigência da transição, ou dois anos de contribuição, já que o fato de ficar dois anos mais velha também é contabilizado). Como a pontuação mínima avança até 92 enquanto ela continua contribuindo, ela se aposentará 4 anos após o previsto na regra atual. Maria completará 92 pontos em 2025, aos 58 anos e com 34 anos de contribuição, com direito a 88% do benefício. Nesse caso, porém, há a opção de aposentadoria nos cinco anos seguintes à aprovação da reforma sem atingir os pontos, mas sujeito ao fator previdenciário. – Sandra tem hoje tem 47 anos de idade e 25 anos de contribuição. Ela poderia, pela regra atual, pedir aposentadoria daqui a cinco anos, em 2024. Pela transição, a exigência de pontos, obtidos com a soma de idade e tempo de contribuição, será de 91 naquele ano. No entanto, aos 52 anos e com 30 anos de contribuição, ela só terá 82 pontos (ou seja, faltam 9 pontos para a exigência da transição, ou quatro anos e meio de contribuição, já que o fato de ficar mais velha é contabilizado em igual medida). Como a pontuação mínima avança até 100 enquanto ela continua contribuindo, ela se aposentará 7 anos após o previsto na regra atual. Essa trabalhadora completará 100 pontos em 2033, aos 61 anos e com 39 anos de contribuição, com direito a 98% do benefício. Nesse caso, porém, há a opção de aposentadoria nos cinco anos seguintes à aprovação da reforma sem atingir os pontos, mas sujeito ao fator previdenciário. Entenda a proposta de reforma da Previdência Essa regra consta da minuta da reforma da Previdência antecipada com exclusividade pelo Estadão/Broadcast e vale apenas para quem tem a perspectiva de se aposentar por tempo de contribuição. Para quem prevê pedir o benefício por idade (aos 65 anos, se homem, e 60 anos, se mulher), há outra regra de transição. Na transição por pontos, a ideia é aproveitar a regra “85/95”, já em vigor, que passaria a operar como exigência de acesso à aposentadoria. Hoje essa fórmula (que resulta da soma da idade com o tempo de contribuição) é usada apenas para saber se o segurado terá direito ao benefício integral, mas mesmo sem completar os pontos ele pode pedir a aposentadoria, sujeito ao fator previdenciário. Nos primeiros cinco anos após a promulgação da reforma, a ideia da equipe econômica é manter esse direito de solicitar a aposentadoria sem atingir os pontos, mas mediante a incidência do fator. A fórmula, criada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, é calculada conforme a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida e acaba resultando num benefício menor. Hoje a regra já está no patamar 86/96, ou seja, 86 pontos para mulheres e 96 pontos para homens. Esse é o ponto de partida proposto na minuta da reforma. A partir de 1.º de janeiro de 2020, esses valores aumentam 1 ponto ao ano, até o limite de 105 para ambos os sexos. O texto não prevê, para quem atinge o atual tempo mínimo de contribuição, nenhuma trava em relação ao avanço dos pontos enquanto o segurado ainda não atinge essa pontuação. Professores têm pontuações diferentes, partindo de 81/91 em 2019 até o limite de 100 pontos. Profissionais sujeitos a condições especiais ou prejudiciais à saúde também têm regras específicas quanto à exigência de pontos. Fonte: Uol

Quase 300 mil voltam ao mercado, mas taxa de desemprego ainda é alta

SAO PAULO  SP  BRASIL 22.05.2017  - TRABALHO - Secretaria do Emprego no posto do Poupatempo da SŽ
Foto Reinaldo Canato

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A taxa de desocupação (11,6%) no trimestre móvel encerrado em dezembro de 2018, caiu -0,3 ponto percentual em relação ao trimestre julho a setembro de 2018 (11,9%).  Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (11,8%), o quadro é de estabilidade. Já a taxa média anual recuou 0,4 ponto percentual, de 12,7%, em 2017, para 12,3% em 2018. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Sem ocupação A população desocupada (12,2 milhões) caiu -2,4% (menos 297 mil pessoas) frente ao trimestre de julho a setembro de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve estabilidade. Entre 2014 e 2018, o contingente médio passou de 6,7 para 12,8 milhões (mais 6,1 milhões de pessoas), ou seja, quase dobrou (alta de 90,3%). Empregos A população ocupada (93,0 milhões) aumentou 0,4% (mais 381 mil pessoas) em relação ao trimestre de julho a setembro de 2018 e 1,0% (894 mil pessoas) em relação a igual trimestre de 2017. O ano de 2018 (91,9 milhões) teve alta de 1,3% na média deste contingente em relação à de 2017 (90,6 milhões). Empregos formais x informais O número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 33,0 milhões de pessoas, ficando estável em ambas as comparações. Nas médias anuais, de 2014 para 2018, houve queda de -10,1% (3,6 milhões). Já o número de empregados sem carteira assinada (11,5 milhões) subiu 3,8% (mais 427 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2017, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior. Entre as médias anuais de 2014 para 2018, houve um aumento de 7,8% (mais 811 mil pessoas) nesse contingente. Empregadores O número de empregadores (4,5 milhões de pessoas) ficou estável em ambas as comparações. Já a média anual de 2012 para 2018 subiu 24,4% (mais 867 mil pessoas). Média de ganhos O rendimento médio real habitual (R$ 2.254) ficou estável em ambas as comparações. Na média anual, de 2012 para 2018, houve alta de 5,1% e, contra 2014, variação positiva de 0,7%. Fonte: IBGE

Cobradores e motoristas de ônibus podem paralisar os serviços em Teresina

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Os motoristas e cobradores dos coletivos estão reivindicando o reajuste salarial de 8,5%, e mais o aumento da frota de ônibus que circulam na cidade. Cobradores e motoristas do transporte coletivo de Teresina podem entrar em greve a partir do dia 04 de fevereiro, próxima segunda-feira. Após uma rodada de negociações, a decisão está sendo analisada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviários de Teresina (Sintetro). Fernando Feijão, presidente do Sintetro, conta que não houve nenhuma proposta satisfatória, nem por parte dos empresários e da prefeitura de Teresina. “Na primeira reunião estavam apenas os empresários. Aí eles ficavam jogando para a prefeitura. Nesta última, tinha representantes dos dois, mas nada foi resolvido. Fica um jogando para o outro e não há decisão nenhuma”, disse. Segundo o presidente do sindicato, se não houver uma contraproposta, a probabilidade é de que a categoria dê inicio ao movimento paredista no próximo dia 04.  Os motoristas e cobradores dos coletivos estão reivindicando o reajuste salarial de 8,5%, e mais o aumento da frota de ônibus que circulam por Teresina. A mesa de negociação aconteceu nesta segunda-feira (28), com representantes da categoria, do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de passageiros de Teresina (Setut) e da Prefeitura Municipal de Teresina, representada pelo superintendente da Strans, Carlos Daniel. Contraponto O Portal O Dia tentou contato com os representantes do Setut e da Prefeitura de Teresina para um posicionamento sobre as negociações, porém, não obteve contato até a publicação desta matéria. Fonte: portalodia

FIQUE SÓCIO

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O associado do SINDECONPI poderá utilizar todos os convênios e benefícios que lhes são oferecidos, bastando preencher e imprimir a respectiva proposta de adesão, a qual deverá ser entregue ao Sindicato, acompanhada ...

SEUS DIREITOS

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RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO ...

CONVÊNIOS

CONVÊNIOS

Abaixo vamos relacionar alguns dos Convênios que oferecemos, esperamos contar com seu apoio e sua visita para fazer a nossa entidade ser conhecida pelos trabalhadores e sermos parceiros de luta e caminhada.

Discurso

 

SINDECONPI na luta

 

Sede - Teresina: Rua Tiradentes, 1321 - Centro Norte - Telefone: (86) 3221-8255.

Subsede Picos: Av. Getulio Vargas 599 - Galeria Tininha de Sá, sala 305ª

Horário de Atendimento (Sede e Subsede) das 8:00hs as 12:00hs e das 14:00hs as 17:30hs

Código Sindical: 914.565.000.26707-0